Camilo, um romântico realista ou um realista romântico?
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Camilo, um romântico realista ou um realista romântico?

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Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett

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Formulário

Camilo, um romântico realista ou um realista romântico?

Estudiosos, biógrafos e camilianos são unânimes na constatação de um certo pendor realista em Camilo Castelo Branco. Este traço, transversal a toda a sua obra, apresentar-se-á por vezes intermitente e noutras, bem sulcado nas raízes do verbo. E, se a sua face direita dá a conhecer o romântico, caberá a outra face dar o corpo e o concreto.

Nota Biográfica - Annabela Rita

Doutorada, com Agregação e dois pós-doutoramentos em Literatura, é profª. Apos. da Univ. Lisboa, investigadora do Centro de Estudos Globais-Univ. Aberta.

Directora da Associação Portuguesa de Escritores e do Observatório da Língua Portuguesa, Conselheira do Conselho Supremo da SHIP e do Museu Virtual da Lusofonia da Univ. Minho.

Membro de diversas instituições científicas e culturais nacionais e estrangeiras, integra Conselhos Científicos de revistas, de coleções, de obras completas e de projetos. Dirige a revista e-Letras com Vida – Revista de Estudos Globais e uma coleção da Editora EDIFIR (Florença).

Prémios & Distinções: c. 3 dezenas em Portugal e no estrangeiro.»»»

Obras principais e mais recentes:

A trilogia dedicada ao cânone Literário Luz e Sombras no Cânone Literário (2014), Do que não existe (2018) e Perfis & Molduras (2018); a duologia Sfumato. Figurações in hoc signo. Na senda da identidade nacional (2019) e Sfumato & Cânone (2021); Teolinda Gersão: encenações (2020): O Essencial sobre Teolinda Gersão (2021).

 

Nota Biográfica – José Carlos Seabra Pereira

José Carlos Seabra Pereira é Doutor pelas Universidades de Poitiers e de Coimbra. Professor da Faculdade de Letras de Coimbra e da Universidade Católica, investiga e lecciona nas áreas de Teoria Literária, Literatura Portuguesa Moderna e Estudos Pessoanos. Dirige o Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos e a Casa da Escrita (Coimbra). Ensaísta de referência para autores e temas do Decadentismo e do Simbolismo, do Neo-Romantismo e do Modernismo, tem integrado com frequência os júris dos mais importantes prémios literários (Camões, Leya, APE, Círculo de Leitores, etc.).

 

Nota Biográfica – Jorge Sobrado

Licenciado em Ciências da Comunicação, é Vice-Presidente da CCDR-NORTE, I.P. para as áreas da Cultura e do Património.


É professor convidado em diversas instituições de Ensino Superior, no Porto e em Coimbra.

Entre dezembro de 2022 e fevereiro de 2024, foi diretor do Museu e Bibliotecas do Porto, no Município do Porto, exercendo ainda funções de Diretor Municipal de Cultura e Património, em regime de substituição.


Nessas funções, procedeu à reformulação da estratégia do Museu do Porto, lançou a “Biblioteca Errante” e a marca “Museu e Bibliotecas do Porto”, e foi responsável pela reabertura de núcleos como a Antiga Casa da Câmara, a Biblioteca Popular de Pedro Ivo, o Arqueossítio e a Casa da Poesia Eugénio de Andrade. Coordenou ainda a proposta de transferência da gestão do Palácio de São João Novo para o Município do Porto.

Entre 2017 e 2021, foi Vereador da Cultura, Património, Turismo e Marketing Territorial do Município de Viseu, onde trabalhava desde 2013, como Adjunto do Presidente da Câmara. Aqui fundou o Museu de História da Cidade e o Polo Arqueológico de Viseu, assim como o programa de financiamento a projetos culturais independentes “Viseu Cultura”, entre outros. No mesmo período, foi diretor da associação VISEU MARCA e, desde 2016, Gestor da Feira de São Mateus. Entre outras iniciativas, foi autor e programador do festival literário “Tinto no Branco”.


Em 2021 e 2022, foi dirigente da CCDR NORTE, IP com as responsabilidades de Estratégia e Relações Institucionais, e de coordenação das estratégias regionais de Cultura e Turismo.

Entre 2012 e 2013 foi assessor de dois membros do XIX Governo Constitucional e da presidente da Assembleia da República.


Entre 2002 e 2006, foi Perito Externo da Comissão Europeia (DG REGIO) para a informação e comunicação dos fundos estruturais.


Anteriormente, entre 2000 e 2011, foi diretor de comunicação da CCDR NORTE, IP e assessor de vários dos seus Presidentes.

Saiba mais em https://bmp.cm-porto.pt/

 

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